Comunicar Ciência 2005

Saturday, September 03, 2005

Sheila Vidal - Second version of press-realease work (3/09/2005)

FOR IMMEDIATE RELEASE

PRESS RELEASE

THE FRUIT FLY MAY BE USED AS A TOOL FOR STUDYING DIABETES

Dr. Rulifson and collaborators from the Howard Hughes Medical Institute, in Stanford, published today on Science * a work which suggest that the fruit fly may be a useful genetic tool for studying insulin-dependent diabetes.

The studies presented on Science show that the release of insulin is important in the control of the level of sugar in the insect blood, which in high levels remembers certain features of that seen in the Human diabetes mellitus.

Through the use of cell ablation experiments, which turns cells no functional, Dr. Rulifson and collaborators first shows, that the primary source of release of insulin in the blood circulatory system is a small number of neurons in the fly brain that they named of Insulin-producing cells (IPCs). The researchers observe that the IPCs neurons share several functional features with the pancreatic islet b cells, the mammals insulin-producing organ, which suggests common cell mechanisms for the control of the development of these organs and the production of insulin. The Science studies raises, for the first time, the possibility of using the fruit fly as a useful genetic model for studying insulin-dependent diabetes.

This work was performed by a research team composed of three scientists, Eric J. Rulifson, Seung K. Kim and Roel Nusse, from the Department of Developmental Biology and Department of Medicine (Oncology Division) of the Howard Hughes Medical Institute, in Stanford.

Drosophila has been used as a model organism for biological research for almost a century, and today, several thousand scientists are working on many different aspects of the fruit fly. Part of the reason people work on it is historical - so much is already known about it that it is easy to handle and well-understood - and part of it is practical: it's a small animal, with a short life cycle of just two weeks, and is cheap and easy to keep large numbers. Mutant flies, with defects in any of several thousand genes are available, and the entire genome has recently been sequenced.

Stanford, 10th of May 2002

For more information’s, please contact:

Sheila Dilai Martins Vidal

Science Communication Officer

Telephone: 21- 440 7902

Fax: 21- 440 7970

E-mail: svidal@sco.stanford.edu

(*) Rulifson E.J., Kim S.K., Nusse R. “Ablation of Insulin-Producing Neurons in Flies: Growth and Diabetic Phenotypes”. Science. (2002) 296 in www.sciencemag.org

Howard Hughes Medical Institute, Beckman Center B300, Stanford University, Stanford, CA 94305-5329, USA


Wednesday, August 31, 2005


De 1 a 4 de Setembro de 2005 terá lugar no Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) o segundo workshop Comunicar Ciência. Este workshop é dirigido aos cientistas portugueses que desejem alargar os seus horizontes e levar mais além as suas capacidades comunicativas. O Comunicar Ciência tem como objectivo principal melhorar a comunicação entre os investigadores científicos portugueses, os meios de comunicação e o público.
Este ano o Comunicar Ciência seguirá os mesmos moldes do seu antecessor, que também teve lugar no IGC, em Setembro de 2003. Está a ser organizado por mim, pela Mónica Bettencourt Dias e pela Ana Paula Coutinho e conta com o apoio financeiro e logístico do British Council, da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, da Fundação Calouste Gulbenkian, do IGC e da Associação Viver a Ciência.
Os cientistas portugueses interessados, participarão em 3 dias e meio de actividades abrangendo as várias vertentes da comunicação de Ciência para audiências não técnicas. Em suma, aprenderão a escrever comunicados de imprensa e notícias científicas, como preparar/agir durante uma entrevista e como comunicar e organizar actividades para/com vários públicos. Um assunto que não foi focado no workshop de 2003, mas estará presente em 2005, será como comunicar e abordar risco em matérias científicas.
O workshop Comunicar Ciência está aberto a todos os investigadores científicos portugueses, mas devido às suas características muito práticas tem um número limite de 16 participantes. As inscrições estão abertas e os cartazes já foram enviados a várias entidades para divulgação (ver cartaz acima).
Ficamos à espera das vossas candidaturas e depois do dia 4 de Setembro pode ser que apareça uma reportagem fotográfica aqui no Conta Natura!